A intenção é começa em janeiro do ano que vem. Adonis advertiu ainda que os aeroportos que apresentarem alguma irregularidade ficarão de fora da primeira etapa de implantação da malha viária do Nordeste. “O aeroporto de Mossoró (RN), por exemplo, é administrado pelo Departamento de Estradas de Rodagens (DER). Outro exemplo é o aeroporto de Barreiras (BA). Temos informações de que foi construído um prédio próximo à saída da pista. São problemas como esses que precisam ser solucionados, caso contrário, esses terminais não serão incluídos nas rotas”, disse.
Além das três companhias que já encaminharam propostas, a Avianca também faz parte do projeto. Todas participam do consórcio que atua na aviação executiva da região. O centro das rotas (HUB) será a cidade de Petrolina (PE), onde acontecerão as trocas de aeronaves. Para a operação dos voos, as companhias terão isenção de impostos dos estados, como o ICMS, e demanda de crédito tanto da Sudene, quanto do BNB e BNDES.
A construção das linhas aéreas nas cidades do interior entre si e com as capitais irá contemplar em sua primeira fase: Imperatriz (MA), Parnaíba (PI), Juazeiro do Norte (CE), Petrolina (PE), Campina Grande (CG), Mossoró (RN), Paulo Afonso, Barreiras, Ilhéus e Porto Seguro (BA), Linhares (ES) e Montes Claros (MG).
Jornal Correio da Paraíba
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